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Rubem Penz é publicitário, escritor e músico. Porto-alegrense da gema, desde 2003 escreve crônicas que são publicadas na internet (no antigo blog Rufar dos Tambores), e atualmente no seu site (link abaixo) e em colunas de revistas e jornais no Brasil e no exterior, com destaque para o Metro Porto Alegre. Publicou até o momento 03 livros individuais: “O Y da questão e outras crônicas” (2007), obra finalista dos prêmios Açorianos de Literatura e Livro do Ano AGES, “Inter Pares” (2011), também premiado em concursos editoriais e de comunicação e, recentemente, “Enquanto Tempo”, coletânea de crônicas.  Também ministra diversas oficinas literárias, com destaque para a Santa Sede – Crônicas de botequim, um sucesso que teve início em 2008, atraindo escritores de diversas áreas, e que já está na sua quarta safra, aliás, edição.

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OFICINA DE CRÔNICAS DE VIAGEM   É possível treinar nosso olhar para obtermos o máximo de proveito em uma viagem? Guardamos realmente (e com detalhes) o que nos surpreendeu/emocionou/chocou durante o passeio? Somos capazes de sorver as nuances de cada lugar visitado? Há muitos pontos de contato entre a viagem planejada (expectativas) e a vivida? Somos capazes de lembrar dos eventuais desastres como algo sobre o qual “nos divertiremos no futuro”?[dt_gap height=”10″ /] Viagens suscitam muitas questões e as fotos dificilmente darão conta de resolvê-las (ou mesmo fixar a resolução). Porém, instigados a escrever sobre nossas viagens, encontraremos nas linhas e – principalmente! – nas entrelinhas todas as respostas. Possivelmente até com boa dose de surpresa. Escrevendo sobre o que passamos revemos nossos conceitos, decantamos emoções, aprendemos a retirar o máximo de proveito em viagens futuras.[dt_gap height=”10″ /] Por outro lado, se não buscarmos um aprendizado capaz de imprimir um mínimo de qualidade técnica na escrita, a iniciativa de registrar nossas viagens pode se tornar frustrante. Neste sentido, a crônica, por ser um gênero mais ligado à oralidade, menos formal, pode ser muito útil. Porta de entrada para a literatura, prosa breve e encantadora, a crônica de viagem semostra ideal para compor, junto com as fotos, nosso diário de bordo.[dt_gap height=”10″ /] Em cinco encontros, se buscará ampliar o repertório de escrita dos participantes com base nas estratégias utilizadas por cronistas consagrados. Assim, os textos tenderão a ficar menos repetitivos do que mera descrição de fatos ou paisagens, ganhando charme e fluência.[dt_gap height=”10″ /] Além do mais, o trabalho em oficina traz vantagens muito grandes tanto em termos pedagógicos, como na velocidade de aprendizado: instados a lermos criticamente os textos dos colegas, revisamos constantemente nossos conceitos. Submetendo nosso texto a vários olhares, temos a garantia de que nada passará despercebido. A cada rodada de leitura, o aprendizado se vê potencializado e intenso. Como brinde de luxo, apreciaremos as experiências de viagens dos colegas de modo inédito.[dt_gap height=”10″ /] Eis alguns dos pontos que introduzem a Oficina de Crônicas de Viagem como uma excelente oportunidade para pessoas que gostam tanto de viajar quanto de aprender. Há uma vasta tradição na área para ser aproveitada e, se não bastassem os motivos até aqui expostos, o treinamento em escrita é algo que nos qualifica em qualquer área de atuação profissional.[dt_gap height=”10″ /] [/dt_toggle]
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