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Casamundi Turismo / Nova Zelândia – parte 2

Noza Zelândia - parte 2

por Chay Amorim

Vamos então a segunda parte desta viagem encantadora!

Após uma noite de hospedagem em Rotorua nos dirigimos de avião para Christchurch. Desembarcamos e retiramos o carro que havíamos alugado. Iniciamos oficialmente a aventura pelas estradas neozelandesas. Prepare-se para dirigir sinuosamente, devagar e na mão inglesa. Nada mais apropriado para contemplar a beleza da natureza que existe por lá.

A cidade de Christchurch promete uma mistura eclética de elegância histórica e cultura contemporânea. Sendo a porta de entrada para South Island, é uma parada obrigatória em qualquer itinerário. É uma cidade em transformação. Apesar de parte dela ainda estar isolada devido ao impacto de uma série de terremotos, todos os serviços públicos estão funcionando normalmente. O clima não estava muito favorável, mas nem por isso deixamos de passear por suas ruas explorando seus cafés e atrações.

A 81 km de Christchurch, a cidade de Akaroa pede uma visita. Fizemos um passeio de bate-volta, saindo pela manhã e retornando no final da tarde. Esse foi o trajeto mais sinuoso da viagem, mas valeu a pena. Trata-se da região de Banks Península, com a paisagem vulcânica mais interessante de South Island. Localizado a sudeste das águas profundas e protegidas de Akaroa Harbour, o charmoso vilarejo tem uma particularidade especial: foi a única ocupação francesa na Nova Zelândia. Visitamos os restaurantes locais com foco na culinária francesa e fizemos uma caminhada independente para ver as casas históricas.

Localizado a 250 km de Christchurch (mais ou menos 3 horas de viagem), nosso primeiro destino no itinerário by car foi Lake Tekapo. Esse lugar é o sonho de qualquer fotógrafo tornado realidade. As montanhas cobertas de neve, o lago azul turquesa e o lindo e pequeno templo irão cativá-lo. Às margens do lago você verá a bela Church of the Good Shepherd, de onde é possível ter uma vista perfeita do Mount Cook através dos vitrais do altar. A igreja foi construída em 1935 para as famílias pioneiras do distrito de Mackenzie, e é um ponto fotográfico popular entre os visitantes.

Ficamos hospedados por uma noite no Lake Tekapo Lodge. São apenas três quartos ricamente decorados pelos donos, um casal extremamente gentil. Há poucos restaurantes no vilarejo, e para aproveitar o aconchego da nossa hospedagem, fomos ao supermercado, compramos queijos, sementes e vinho. E foi assim nosso jantar.

Deixamos Lake Tekapo guardado na memória e seguimos em direção a mais maravilhas da Nova Zelândia. Dirigimos por mais 200 km aproximadamente até Wanaka. Como teríamos um dia inteiro lá, viajamos com calma, curtindo cada quilômetro da estrada e suas belezas.
Lake Pukaki, um dos maiores lagos da região estava na rota. Paramos para contemplá-lo e seguimos viagem.

Wanaka foi a cidade mais “gostosinha” que visitamos. É aquele lugar que combina uma calorosa vida do interior com a qualidade e a atenção aos detalhes que se espera de um destino turístico internacional. Oferece lojas variadas, boutiques, galerias de arte, esportes ao ar livre, atividades aquáticas, ótimos restaurantes e bares. Tivemos a sorte de pegar um domingo ensolarado na cidade e assim poder curtir uma legítima feira de artesanato no parque central com famílias e turistas enchendo as ruas e aproveitando o sol e a brisa fresca do dia.

Fizemos uma visita muito agradável na Wanaka Lavender Farm, cujos proprietários são uma família que produz lavanda e mel. A paisagem é linda, e para completar há uma loja com diversos produtos feitos com a essência da lavanda.

Seguimos viagem na próxima semana!

Chay começou a trabalhar com turismo em 1998. Com expertise na área de turismo corporativo, Chay atua em atendimento a empresas, elaboração de roteiros e organização de eventos. É bacharel em Turismo pela PUCRS, pós-graduada em Marketing e Gestão Empresarial pela FGV-RS. Viajar, claro, está entre suas prioridades, tendo estado na Índia, EUA, Polônia, África do Sul, Japão, dentre outros destinos.