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Casamundi Turismo / Nova Zelândia – parte 3

Nova Zelândia - parte 3

por Chay Amorim

Chegamos na parte 3 da Nova Zelândia, o relato final dessa aventura!

Acordar em um vilarejo no meio das montanhas, respirar o ar puro e levantar sem pressa para um ótimo café da manhã são privilégios das férias. Foi o que fizemos no último dia em Wanaka, e como Queenstownestá a pouco mais de 60 km de distância, dirigimos sem pressa, até porque ficaríamos hospedados lá por três noites, incluindo a noite de Natal.

Chegando em Queenstown, nos acomodamos no hotel e em seguida saímos para fazer um reconhecimento da cidade e almoçar. A cidade é montanhosa, mas muito linda e está localizada às margens do Lake Wakatipu de águas cristalinas. A paisagem do lago e das montanhas faz com que o local seja adequado para todo tipo de aventura. Há oportunidades para a prática de esqui no inverno e atividades como bungee jump, paraquedismo, canyon swinging, passeio de barco a jato, cavalgadas e rafting durante todo o ano. Nos aventuramos num jet boat pelo lago e rios adjacentes. O passeio é rápido – em torno de 40 min., mas vale muito a pena, ainda mais se o sol for um motivo a mais, como no dia em que o fizemos.

Outra aventura em Queenstown foi ir ao Skyline Gondola. Você deve estar se perguntando “o que tem de mais nisso?”. Lugares como esse, em geral, oferecem as mesmas coisas: gôndola ou teleférico, uma bela vista da cidade e restaurantes. Este não. Ao chegar no topo, além da estrutura de apoio normal e de apreciar a lindíssima vista da cidade, o local permite que você desça um trecho consideravelmente longo de Luge, algo como o nosso velho carrinho de mão. Pensa numa pessoa feliz dominando as pistas, euzinha.

Dedicamos um dia inteiro de passeio em Milford Sound, principal ponto turístico natural da Nova Zelândia. Trata-se de um fiorde esculpido por geleiras nas eras glaciais, descrito pelo escritor inglês Rudyard Kipling como a oitava maravilha do mundo. O deslocamento até lá é feito de ônibus num trajeto que dura em torno de quatro horas. Há uma parada para um café no meio do caminho, na cidade de Te Anau. O motorista-guia vai dando informações sobre a história e a vegetação até chegarmos na grande atração. No porto de Milford Plaza os procedimentos de embarque são rápidos, pois os passeios são pré-agendados. O tempo estava fechado, mas logo que chegamos no meio do fiorde, as nuvens se dissiparam e fomos presenteados com uma vista deslumbrante. O que nos rendeu lindas fotos e um momento de profunda gratidão e tranquilidade.

Nos despedimos de Queenstown e seguimos viagem até Fox Glaciero, a 350 km de distância. Chegamos no final da tarde e fomos direto à geleira. É possível agendar um voo panorâmico, contratar um guia para um tour no gelo ou caminhar até a face terminal da geleira, que foi o que fizemos. O percurso é de mais ou menos uma hora, e a ponta da geleira está cada vez menor em função do aquecimento global. O vilarejo de Fox Glacier oferece uma boa variedade de acomodações, além de lojas e galerias, o suficiente para passar um dia e seguir viagem. No dia seguinte saímos cedo em direção a Greymounth, onde pegaríamos o trem da Tranz Scenic numa viagem cruzando as montanhas e paisagens da ilha sul até Christchurch.

Viajamos de avião de Christchurch até Wellington, a capital da Nova Zelândia. A Lonely Planet apelidou Wellington de “a menor e mais interessante capital do mundo” (2011), sendo a cidade famosa por sua arte, cultura e beleza natural. Lá passamos o Réveillon e os últimos momentos dessa super viagem. Ficamos hospedados no QT Museum Wellington Hotel, bem localizado e todo decorado com obras de arte.

Visitamos o Te Papa Tongarewa Museum, o museu nacional da Nova Zelândia. Te Papa, como é coloquialmente conhecido, significa “nosso lugar”, e é um dos melhores museus interativos do mundo.

Subimos o teleférico Wellington Cable Car onde se encontra o jardim botânico de Wellington e tivemos uma bela vista da cidade. Lá visitamos o Carter Observatory, um observatório histórico-astronômico fundado em 1924.

Nossa virada de ano foi curtindo as comidinhas de rua, atrações musicais e fogos de artifício em torno da orla, o Wellington Waterfront. Assim encerramos nossa viagem pela terra da grande nuvem branca, onde a natureza é soberana e a vida se apresenta de forma mais calma e bela.

Até o próximo destino!

Chay começou a trabalhar com turismo em 1998. Com expertise na área de turismo corporativo, Chay atua em atendimento a empresas, elaboração de roteiros e organização de eventos. É bacharel em Turismo pela PUCRS, pós-graduada em Marketing e Gestão Empresarial pela FGV-RS. Viajar, claro, está entre suas prioridades, tendo estado na Índia, EUA, Polônia, África do Sul, Japão, dentre outros destinos.