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Casamundi Turismo / Indochina

Indochina

por Renata Vesper

Desde que li a obra Fora de Rota, livro de Paulo Pires que fala sobre o Vietnã e o Camboja, fiquei com vontade de fazer essa viagem. Meu marido, Jaime, que também adora viajar, não era entusiasta de ir para lá, tinha certo receio. E olha que costumamos viajar ao exterior duas vezes ao ano. Desde que nos aposentamos conseguimos sair com mais frequência. Mas nada como o tempo e aquelas ajudas inesperadas. Conhecemos um casal que havia feito esse roteiro e contou maravilhas, então começamos a namorar este destino e embarcamos em abril deste ano para 25 dias de imersão pelas estrelas da Indochina, com um grupo de dez pessoas.

Chegamos em Bangkok, capital e cidade mais populosa da Tailândia, antigo Reino do Sião. Apesar de ser moderna e dinâmica, ainda conserva muitos aspectos da cultura tradicional. Ficamos encantados com tamanha riqueza. Foram cinco dias de imersão nessa metrópole fascinante que abriga duas cidades em uma: a moderna e a antiga. Com 95% da população budista, a Tailândia tem algumas das estátuas mais emblemáticas do Buda.

De lá fomos para o Laos, um país enigmático. Sua antiga capital, Luan Prabang, com seus belos templos de telhados dourados é, sem dúvidas, o ponto alto do país. Vivemos a experiência de passear em elefantes e foi incrível. Também fizemos um passeio em barco típico navegando ao longo do rio Mekong até as Grutas de Pak-Ou, onde admiramos um santuário escavado em cavernas de pedra e decorado com centenas de esculturas de Buda. Lá, a gente sente o budismo em cada canto que passa.

Do Laos seguimos para o Vietnã e sua capital Hanói. Fizemos um cruzeiro pela Baía de Halong que surpreende por sua paisagem lindíssima. De lá, fomos para Hoi An, importante porto comercial do Sudeste Asiático e que encanta com suas lanternas típicas. Foi bem emocionante conhecer a cidade das lanternas. E para seguir a visita ao Vietnã, conhecemos a famosa e moderna cidade de Danang. Depois voamos até a antiga Saigon, hoje Ho Chi Minh, a maior metrópole e centro financeiro do país, onde está o Museu da Guerra. A única parte que não gostamos em Saigon foi o trânsito caótico que deixa a gente bastante tenso e não traz uma sensação agradável. A movimentação e o barulho de motos por todo o lado incomoda bastante.

Então chegou o momento que eu mais esperava, o Camboja. Eu queria muito conhecer Angkor, e realmente foi o ponto alto da viagem, com seus templos incríveis em um parque arqueológico considerado patrimônio da humanidade pela UNESCO. Visitamos também o Templo de Ta Prohm, que se mescla com árvores centenárias criando uma visão sem igual. Voltaria muitas vezes.

Hora de seguirmos para Singapura, considerada uma das cidades de melhor padrão de vida e desenvolvimento humano do mundo. A fusão de etnias, religiões e línguas impressiona, bem como a limpeza e organização da cidade. Por mais que a gente já tenha essa ideia antes de ir, essas características são um capítulo à parte nesta cidade-Estado do Sudeste Asiático.

Experimentamos algumas coisas exóticas como carne de rã e jacaré, mas a gastronomia não foi um ponto tão alto pra gente. Os hotéis em que ficamos todos tinham piscina, pois em toda essa região o calor é tão forte e úmido que quase atrapalha a viagem, tanto que não tomamos nenhum banho nelas, preferíamos sempre uma sombra e o ar condicionado quando não estávamos passeando.
O que chama muito a atenção em todos esses países é a alegria do povo. As pessoas são sempre atenciosas ao interagir com a gente e estão sempre sorrindo. Mesmo tendo vivido em regimes comunistas, contrastam com o semblante sério das pessoas na Rússia, por exemplo. Esse comportamento está ligado à cultura oriental e provavelmente também à crença budista.

Toda viagem é aprendizado. Somos clientes da Casamundi há oito anos e foi curioso o modo com que conhecemos a agência. Estávamos em uma viagem com um casal de amigos e eles pareciam saber bem mais detalhes do roteiro que nós. Nos mostraram o motivo, tinham um caderninho lindo, cheio de informações especiais, preparado pela agência deles, a Casamundi. Voltamos de viagem e fizemos todas as viagens seguintes com a Casamundi, por sentir que se preocupam de fato com cada detalhe, sendo sempre muito cuidadosos neste sentido. Ter conhecimento e estar sempre atualizado faz toda a diferença. Hoje o livrinho de viagem também vem em um aplicativo personalizado para cada passageiro.

Em setembro deste ano vamos embarcar para conhecer o leste do Canadá e combiná-lo com Nova York e Washington. Já fizemos em outro ano o oeste canadense. E para o Reveillón, nossa ideia é passar a virada do ano no Marrocos. A Virgínia, hoje nossa agente de viagens na Casamundi, já está planejando tudo.

Renata Vesper é psicopedagoga e Jaime Mora engenheiro. O casal, que vive em Gravataí, RS, ama viajar e desde que se aposentou consegue passear com mais frequência, indo ao exterior ao menos duas vezes ao ano, além das escapadas pelo Brasil e países vizinhos.