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Casamundi Turismo / Correndo por aí

Correndo por aí

por Marcelo Anicet

Comecei a correr em 2018, em função de uma corrida que auxilia um projeto para combater o câncer infantil, em Porto Alegre. Chamei alguns amigos, nos inscrevemos e corremos. Desde lá não parei mais. No início ainda sem nenhuma ajuda de treinadores.

Costumo viajar de duas a três vezes por ano. E, desde que comecei a correr, procuro ver se há alguma prova local no destino escolhido. A corrida é o esporte mais democrático do mundo e acessível, a maioria das pessoas pode correr. Basta ter saúde e vontade. Muitas das provas oferecem mais de uma opção de extensão, exatamente para que mais pessoas possam participar. Existem provas que vão desde caminhadas e corridas de 3, 5, 8, 10, 16 km, a meias maratonas de 21 km, maratonas de 42 km, até ultra maratonas, que podem superar 100 km. Também há diferentes formas de correr e tem para todos os gostos: as de asfalto, normalmente em cidades maiores, como Porto Alegre, Florianópolis, Paris e Nova York; e as provas de trilha, quase sempre realizadas em áreas verdes para chamar atenção para a preservação ambiental, como em Fernando de Noronha, no deserto do Atacama a na Patagônia.

Hoje quero contar da experiência na Maratona Internacional de Floripa, que aconteceu este ano na capital catarinense, no dia 25 de agosto. Embarcamos para correr, Fred, meu cunhado, e eu. Nos acompanharam, nos bastidores, minha mulher, Fernanda, e nosso sobrinho, Gabriel. Fomos dia 22 de agosto e retornamos para Porto Alegre no dia 26 do mesmo mês. A prova foi espetacular. Correr na orla com uma vista exuberante e com uma estrutura esportiva internacional foi simplesmente fantástico. Correr por lugares que curtimos e onde passamos como turistas é demais.

Nas viagens de corridas o foco é sempre a prova. Por isso, tivemos a preocupação em descansar no dia anterior, planejando bem a alimentação pré e pós prova. Vale lembrar que a entrega do material da prova também acontece na véspera das mesmas. Mas o mais importante para quem corre de forma amadora é curtir. Então, aproveitamos para passear, conhecer lugares e aproveitar a cidade. Correr também é uma forma de interagir com a cultura e conhecer gente de todo o canto que está no local com esse objetivo em comum. É algo saudável para a mente e o corpo.

A Casamundi foi muito importante para o planejamento e execução da viagem. Quando se viaja para participar de uma corrida, se quer aproveitar ao máximo as cidades, a beleza dos locais, os passeios, ter uma logística pensada de forma que a gente não se preocupe com nada além da prova. Correr pode ser sempre o motivo da viagem, mas estar com amigos, familiares e aproveitar ao máximo estes momentos é que faz a diferença.

O saldo foi tão positivo que estamos formando grupos para correr por aí. A Casamundi já está pensando nas próximas provas. Ainda em setembro acontece a Audax, em Nova Petrópolis; o X-treme run, em Gramado; e ainda a prova de trilha, POA Night run. Em janeiro, há a tradicional TTT (Travessia Torres Tramandaí), que pode ser feita de forma individual ou em equipe. Outro grupo já certo embarca em abril de 2020 para a Patagônia Run, saindo de San Martin de los Andes, na Argentina. E em setembro de 2020, a agência também está organizando um grupo de interessados na travessia Paris-Versailles.

A dica principal que posso dar é que cada prova e cada viagem tem de ser aproveitadas ao máximo. A preparação de uma viagem é tão importante quanto a preparação física para executá-la. Conhecer os seus limites e seus objetivos é fundamental para curtir muito. Contar com profissionais para planejar a viagem, bem como para os treinos (hoje faço parte da equipe Ipanema Sports), também é imprescindível.

Formado em turismo e hotelaria, e pós graduado em marketing, Marcelo é diretor de negócios na Casamundi Turismo. Viajante experiente e corredor apaixonado, já visitou vários lugares na Europa, América Latina, Ásia e Estados Unidos.